Solitude
Solitário estou
Quem me socorrerá dos males deste dia?
Guardarei
a sete chaves o temor que me rodeia
Quem
poderá esclarecer o medo que sinto?
Ao
vento foram jogados os sentidos da vida
Bateremos
os pés para a ilusão vivida?
Cordial
seremos ao fim desta perigosa miragem?
Podados
foram os sentidos libertadores da vida.
Corvos
a janela a me observar
Quão
lendária é essa imagem,
Vejo
em seus olhos que não me observa só
Neste
dia cinzento levantarei embriagado com os saber.
Correrei
por bosques para salvar-me
O
monstro social não mais me tocará
Saberei
entre árvores as respostas da mulher anciã
Xamãs
entre mim agora estão.
Belo
será o meu futuro,
O
brilho de meu ser será intenso
Cavalgarei
amanhã para a pirâmide ali erguida
Farei
de mim espírito elevado em meu destino incerto.